Bebé de ano e meio está desaparecido

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"Estamos no terreno, ainda não paramos", afirmou esta manhã Gil Carvalho, coordenador da PJ de Braga, referindo que nas buscas estavam também envolvidos elementos da GNR e dos bombeiros.

Recorde-se que as busca que foram para o terreno ao início da manhã mobilizaram 15 elementos dos bombeiros da Póvoa de Lanhoso, 30 elementos da GNR e duas equipas cinotécnicas. "Está tudo em aberto, estamos no terreno e não vamos desistir", frisou. Não está afastada a hipótese de se tratar de um rapto.

O bebé desapareceu cerca das 20:00 de terça-feira da casa dos pais em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga.

"As irmãs entraram para dentro da habitação juntamente com o pai, a criança ficou cá fora aqueles segundos/minuto e quando o pai chegou cá fora a criança já não estava ali", esclareceu o comandante António Veloso.

Em declarações à agência Lusa, uma fonte do Comando Operacional das Operações de Socorro (CDOS) de Braga disse que o alerta para o desaparecimento do menino foi dado às 22 horas de terça-feira, tendo-se sido iniciadas buscas em redor da aldeia de Serzedelo, mas posteriormente suspensas.

As autoridades mantiveram-se no local durante toda a noite, depois de o alerta ter sido dado ontem à noite, cerca de duas horas após o desaparecimento.

O autarca de Póvoa de Lanhoso confirmou aos jornalistas que a família da criança está sinalizada e estava a ser acompanhada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). As buscas incidem em casas devolutas da zona, mas também há uma especial atenção a poças de água para regadio nos terrenos circundantes. O responsável diz que "esteve uma noite amena", pelo que o bebé não terá passado frio. "Como o menino tem 18 meses já deve ter fome, contamos ouvir um choro a qualquer momento", afirmou na altura.

Os pais do bebé foram ouvidos de madrugada pelas autoridades.

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