Cristovam Buarque é hostilizado, em Minas, e precisa ser escoltado pela PM

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No Facebook, Cristovam Buarque comentou o ocorrido e disse que "viver num país em que se é hostilizado por pensar diferente é mais um incentivo para que eu continue a minha luta pela educação".

"Esse pessoal perdeu o discurso".

O parlamentar também disse que não há como prever o defecho da denúncia de corrupção passiva contra Temer, feita pela Procuradoria-Geral da República, e que está em tramitação na Câmara dos Deputados, com previsão de votação no dia 2 de agosto.

Quando chegou ao local, o senador foi recebido com gritos de "Judas", "traidor" e "golpista". "Ficaram para trás. Por isso, eles agridem".

O primeiro ataque ocorreu no encontro anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Buarque escreveu que o grupo de manifestantes "o abordou de forma bastante desrespeitosa". "Canalha! Canalha!", dizia um dos cartazes dos manifestantes. Neste mês, Buarque também votou favorável ao texto da reforma trabalhista.

Durante a tarde, o senador também já havia sido hostilizado dentro do campus da UFMG.

Durante a noite, Cristovam foi até o teatro da cidade, no centro da capital mineira, onde já chegou protegido por cerca de 10 policiais.

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