EUA começam a reduzir presença na Rússia e falam em mais sanções

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No domingo, Putin anunciou que 755 diplomatas americanos deverão abandonar o território russo, em uma medida de resposta à nova rodada de sanções que os Estados Unidos devem adotar contra a Rússia. Contudo, a Casa Branca disse que o líder republicano pretende assinar o projeto de lei com as medidas restritivas.

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou que os EUA reduzam em cerca de 60% seu pessoal diplomático na Rússia até 1º de setembro, e disse que Moscou vai apreender duas propriedades diplomáticas em reação às sanções aprovadas pelo Congresso norte-americano na semana passada.

A porta-voz do embaixador norte-americano na Rússia, Maria Olson, revelou que os diplomatas do seu país foram proibidos de entrar nas casas desde os dias de 30 de julho.

O vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, afirmou que os funcionários norte-americanos tinham que entregar a dacha e o armazém até o meio-dia de ontem, relatou a agência de notícias Tass.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse que ele e o presidente Donald Trump não acreditam que novas sanções seriam "úteis para esforços" de diplomacia com a Rússia. Seria permitido aos EUA escolher a quem cortar.

A decisão do Kremlin mostra que as expectativas de melhora dos laços entre EUA e Rússia após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais caíram. As medidas impedem que o presidente relaxe ou contorne penalidades contra a Rússia antes de receber o aval do Congresso para isso.

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