Senado dos EUA desconvoca ex-diretor de campanha de Trump para testemunhar

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O Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos emitiu uma intimação a Paul Manafort, ex-presidente da campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Casa Branca, convocando-o a depor publicamente nesta quarta-feira.

Na segunda-feira (24), o genro e assessor pessoal de Trump, Jared Kushner, compareceu a uma comissão de Inteligência do Senado, onde negou qualquer conluio com o governo russo durante a campanha eleitoral de 2016.

Nas últimas horas, novas informações vieram adensar o enredo mediático em redor destas audições. Os dois comentaram que não conseguiriam chegar a um acordo com Manafort para uma entrevista transcrita voluntária com o comitê.

Mas o Comité de Justiça anunciou que as negociações tinham fracassado.

O senador republicano Chuck Grassley e a senadora democrata Dianne Feinstein fizeram o anúncio nesta terça-feira. Em resposta, e ao abrigo dos poderes do Congresso, decidiu intimar Paul Manafort, que foi durante um breve período diretor da campanha de Trump e que apresentaria a demissão após ter sido alvo de suspeitas de corrupção, nomeadamente por ligações ao partido do antigo presidente da Ucrânia, o pró-russo Viktor Yanukovych.

A par de Manafort, Donald Trump Jr também negociou para evitar uma audição pública.

Manafort reuniu-se na terça-feira com o Comité dos Serviços de Inteligência do Senado, que também investiga o caso.

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