Saiba quais as escolas algarvias que "vão ter liberdade para ensinar"

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O Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, de Faro, promoveu recentemente um encontro com a comunidade educativa, para esclarecer dúvidas e debater ideias sobre o projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, que o ensino secundário deste agrupamento vai integrar no próximo ano letivo. No total, são 171 escolas públicas, 61 escolas privadas e quatro escolas portuguesas no estrangeiro.

Às escolas que vão participar na experiência foi apenas imposto que integrassem duas novas áreas, Cidadania e Desenvolvimento e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Ao mesmo tempo, as instituições de ensino que aderirem à modalidade têm margem para mudar a forma de ensinar em 1/4 do tempo, ou seja em 25% do horário curricular.

A ideia é que este novo modelo só seja aplicado no primeiro ano de cada ciclo de escolaridade, ou seja, no 1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos.

Ao diário, Jorge Ascenção, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, mostrou-se "apreensivo" pelo facto de nem o Ministério nem as escolas estarem a informar os encarregados de educação sobre quem será abrangido por estas mudanças.

Sete agrupamentos escolares e quatro escolas do Algarve integram a lista de 236 unidades orgânicas de todo o país que, no próximo ano letivo, vão ter autonomia e flexibilidade curricular.

Uma das possibilidades será a fusão de disciplinas em áreas disciplinares, em que dois ou mais professores "trabalham em equipa", dando as aulas individualmente ou em conjunto.

No caso do 10º ano, recorda ainda aquele jornal, as disciplinas podem passar a ser semestrais - deixando de ser anuais e replicando o que acontece nas universidades - e os alunos podem escolher trocar uma disciplina da sua área de ensino por outra.

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