Há unidade mundial contra armas nucleares da Coreia, diz Tillerson

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Tanto a China - principal aliada de Pyongyang - como a Rússia se declararam favoráveis ao diálogo com o regime norte-coreano.

O regime norte-coreano argumenta que as armas nucleares são um meio de desestimular uma eventual invasão americana ao país.

Em 28 de junho, a Coreia do Norte procedeu a um segundo lançamento. Todos reiteraram o respetivo apoio às recentes sanções aprovadas no seio do Conselho de Segurança.

Trata-se do sétimo conjunto de sanções à Coreia do Norte desde 2006.

Esta capacidade marcaria um importante passo adiante da Coreia do Norte, que se converteria, assim, em uma potência nuclear.

"O fato de que o Conselho adote esta resolução de forma unânime demonstra que a comunidade internacional está unida em sua posição em respeito ao tema nuclear na península", acrescentou.

O projeto de resolução visa também impedir as exportações de ferro e chumbo.

A votação, que deve privar o regime de Pyongyang de 1 bilhão de dólares ao ano em exportações de carvão, peixe e marisco, está prevista para às 15H00 local (16H00 Brasília). Numa declaração, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, pediu aos outros Governos para retomarem as negociações a seis, entre a Coreia do Norte, Estados Unidos, Rússia, Japão e Coreia do Sul, além de Pequim.

Também esta segunda-feira, o jornal oficial em língua inglesa do Partido Comunista Chinês publicava na sua primeira página um comentário em que se defendia a aplicação de sanções não necessariamente cruéis para o povo norte-coreano, mas importantes e cirúrgicas: "Um impacto preciso é essencial para as sanções", lia-se.

Neste domingo (6), o país ameaçou responder às medidas de pressão sobre Pyongyang com "um mar de fogo". "Se há uma oportunidade diante de nós, devemos falar", declarou a chanceler à imprensa ao chegar a um fórum da Asean em Manila, Filipinas, onde também se espera o chefe da diplomacia norte-coreana, Ri Hong-yo.

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