Nuzman tinha mais dinheiro em casa do que no banco, diz jornal

Ajustar Comente Impressão

Na terça-feira, procuradores brasileiros denunciaram desvios e subornos ligados à eleição do Rio de Janeiro como anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2016, acusando o Presidente do Comité Olímpico Brasileiro (COB) de participação neste esquema. Por meio do Twitter, a entidade publicou um comunicado explicando que "leva a sério e observa de perto" o andamento das investigações.

Confira a nota do COI: 'O COI é muito comprometido com a integridade de sua organização. Significa que nós estamos fazendo tudo que possa esclarecer isso. Existem investigações e vamos acompanhar isso de bem perto - disse. O texto foi assinado pelo presidente Thomas Bach, no cargo desde 2013. O montante teria sido repassado para o então presidente da Federação Internacional de Atletismo, o senegalês Lamine Diack, que tinha direito a voto.

A operação chamada de "Unfair Play" é o resultado de uma investigação levada a cabo por procuradores brasileiros e franceses, sendo que as primeiras denúncias sobre compra de votos na escolha da sede dos Jogos Olímpicos surgiram em França numa reportagem do jornal Le Monde. Levado para depoimento, o presidente do COB permaneceu em silêncio.

Nuzman teve dois carros e R$ 480 mil em espécie (divididos em vários tipos de moedas) apreendidos na operação.

Comentários