Diretor do São Paulo descarta cargo, mas abre as portas para Muricy

Ajustar Comente Impressão

Eu gostaria de ajudar o São Paulo nem que fosse não ganhando nada, gostaria de ajudar de alguma maneira: "dando uma palavra para o time, para o Dorival Junior, ajudar de alguma maneira", declarou Muricy. Publicamente, o hoje comentarista do canal Sportv que já manifestou o interesse de ajudar o São Paulo nem que seja fora dos termos oficiais. Fui criado também como treinador da base e depois do profissional. "Como técnico eu não quero mais", disse Muricy.

Enquanto tem o nome comentado nos bastidores do São Paulo para assumir um possível cargo diretivo, Muricy Ramalho não descarta uma volta ao clube.

"Situação é horrível, claro que estamos temerosos, mas trabalhamos bastante há algum tempo para tirar o time dessa situação". Para ele, o time está evoluindo nas mãos de Dorival, mas é preciso trabalhar a parte psicológica dos jogadores. "Ainda não foi refletido dentro de campo, que é o principal, mas estamos muito satisfeitos com o trabalho dele", avaliou o dirigente, em entrevista coletiva, após o treino desta terça-feira. Tomamos conhecimento das declarações do Muricy. Já tínhamos tido umas conversas, sabemos que ele tem um contrato, é um cara muito honesto, e historicamente cumpre seus compromissos. "Muito difícil de vir oficialmente, mas nada impede que nos ajude informalmente com a são-paulinidade dele, a bagagem dele, que são muito importantes para o São Paulo", disse o dirigente.

- O Muricy não pode assumir nenhuma função oficial no São Paulo, o que não impede de ele trabalhar informalmente, ele já fez isso com outros presidentes. "Oficialmente esse cargo não tem intenção de ser criado, mas não quer dizer que não tenhamos uma pessoa ajudando nesse sentido", esclareceu. E toda vez, por questão de governança, se formos falar em casos de sucesso, foi algo combinado com todas as partes. "Não podemos impor um coordenador para o Dorival, sem que ele esteja totalmente confortável", encerrou.

O diretor de futebol voltou a bancar a permanência de Dorival Júnior como técnico do São Paulo, dizendo que "acredita em continuidade, não dá para ficar trocando toda a hora. O caminho não é esse". Ele ainda deixou claro que não tem problemas de relacionamento com o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva. "Pressão faz parte da vida, quando assumi aqui eu já imaginava que teria pressão, não tem problema, sei conviver com democracia". Tenho confiança no meu trabalho, no trabalho desenvolvido no CT, modificações que fizemos. "Tenho muita confiança com o Leco, decidimos em conjunto, ninguém decide sozinho, por mais que ele seja nosso comandante maior", explicou.

Comentários