Safra brasileira de grãos deverá crescer 31,1% em 2017 — IBGE

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Após um crescimento de 2,2% no acumulado do segundo trimestre, as vendas no comércio estagnaram (0,0%) em julho na comparação com junho.

Na comparação com julho de 2016, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 5,7% em julho de 2017.

Na comparação com o mesmo mês em 2016, o crescimento foi de 3,1%, puxado principalmente pelo crescimento positivo nas áreas de tecidos, vestuário e calçados (15,5%) e móveis e eletrodomésticos (12,7%). Curiosamente, os meses de março, maio e julho foram positivos, mas oscilam com os demais meses negativos, o que mantém os números negativos no acumulado do ano (10,1%) e nos últimos 12 meses (10,8%) na variação do volume de vendas.

Em relação a 2016, o varejo mostrou o quarto resultado positivo, e o varejo ampliado (que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção), o terceiro. Os percentuais mais elevados foram no Amazonas (3,0%), Santa Catariana (2,4%) e Roraima (2,2%).

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito teve aumento 0,4% em julho, segundo informou o IBGE.

Já na comparação com julho de 2016, o crescimento do varejo ampliado foi de 5,7%, enquanto no intervalo de 12 meses a redução acumulada foi de 2,8%. A previsão ficou, porém, 0,5% menor do que a estimada em julho passado, com 1,2 milhão de toneladas a menos de grãos. A pesquisa também aponta a crescente substituição de produtos impressos pelo suporte eletrônico como um fator de impacto na venda de livros, jornais e revistas.

Do ponto de vista da pressão negativa, o indicador teve a alta apagada por conta da pior performance nos setores de combustíveis e lubrificantes (-1,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%).

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