Juncker propõe "marco" europeu de controle dos investimentos estrangeiros

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Jean-Claude Juncker revelou a sua esperança de que, a 30 de março, "os europeus acordem numa União onde todos defendem os valores europeus, onde todos os Estados-membros respeitam sem hesitações o Estado de direito, e onde ser membro de pleno de direito da União monetária e do Espaço Schengen se tenha tornado a norma para todos".

O presidente da Comissão Europeia (CE), Jean-Claude Juncker, anunciou nesta quarta-feira (13) a criação de uma agência europeia de segurança cibernética para prevenir o cibercrime, considerado por ele um verdadeiro perigo para a democracia.

"Mesmo isto não é suficiente se queremos ganhar o coração dos europeus", sustentou, sublinhando a necessidade de dar novos passos concretos no processo de repensar o futuro da União Europeia, iniciado há cerca de um ano.

Consagrado no Tratado de Lisboa e "inaugurado" em 2010 pelo anterior presidente do executivo comunitário, José Manuel Durão Barroso, o discurso sobre o Estado da União visa fazer o balanço dos resultados do ano anterior e apresentar as prioridades para o ano seguinte, com a Comissão a identificar aqueles que considera serem os desafios mais prementes da UE.

"O vento está a bater nas velas da Europa".

"O vento é outra vez favorável, temos agora uma janela de oportunidade, mas que não vai ficar aberta para sempre".

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