Coreia do Norte lança míssil, alertam militares sul-coreanos

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O porta-voz da Casa Branca informou que o presidente Donald Trump foi informado sobre o lançamento.

Depois disso, uma reportagem do jornal americano "The Washington Post" disse que a Coreia do Norte já tinha tecnologia suficiente para fabricar uma míssil nuclear. As declarações surgiram na sequência de os dois países terem conseguido que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse uma nova ronda de sanções ao regime de Kim Jong-un face ao seu mais recente teste de uma bomba nuclear, o sexto e mais poderoso da sua História.

Pouco depois de ser conhecido o disparo, o Conselho de Segurança da ONU anunciou a realização de uma reunião para hoje, a partir das 15h00 locais (20h00 em Lisboa). Um diplomata disse que o debate acontecerá a portas fechadas.

As novas sanções consistiram em um embargo sobre as exportações de gás para a Coreia do Norte, uma limitação às exportações de petróleo e produtos refinados, e a proibição das exportações norte-coreanas de têxtil.

Depois da conversa, a chancelaria francesa também se pronunciou sobre o lançamento norte-coreano para reforçar seu apoio às sanções da ONU.

Após o anúncio de um teste 'bem-sucedido' com uma bomba de hidrogênio, o sexto feito por Pyongyang nos últimos 11 anos, a tensão voltou a aumentar na região.

"Estas contínuas provocações apenas aprofundam o isolamento diplomático e económico da Coreia do Norte", completou o secretário de Estado norte-americano. Os agentes disseram ainda que o armamento deve ter afundado nas águas do Pacífico Norte. "A China e a Rússia têm de demonstrar as intolerâncias delas contra este lançamento temerário tomando ações diretas próprias".

A Coreia do Norte também sugeriu, em tom de ameaça, que o Japão "dance na melodia" dos Estados Unidos, afirmando que o país asiático não deve ser perdoado por suas agressões e ataques nos tempos de guerra.

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