Custo da construção civil sobe 0,27% em setembro, ante 0,23% em agosto

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No ano, o índice acumula 1,78%, bem abaixo dos 5,51% obtidos no mesmo período do ano passado, sendo o menor acumulado no ano registrado em um mês de setembro desde 1998, quando atingiu 1,42%. Em agosto, a bandeira tarifária vigente era a vermelha, incidindo um adicional de 0,03 centavos a cada kWh consumido. O motivo foi o aumento de preços nos estados do Acre, Bahia, Distrito Federal, Ceará e Maranhão, que, em sua maioria, registraram alta nas despesas com o segmento relacionado ao cimento. No primeiro, há o reflexo do reajuste de 12,20%, em média, no preço do gás de cozinha vendido em botijões de 13kg, em vigor desde seis de setembro. O litro da gasolina ficou em média 2,22% mais caro em setembro na comparação com agosto.

Pelo quinto mês consecutivo o grupo dos alimentos apresentou queda (-0,41%), variação menos intensa que a registrada em agosto (-1,07%).

Já nos últimos 12 meses, o índice recuou para 1,63%, ficando abaixo do 1,73% nos 12 meses imediatamente anteriores.

Em setembro, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que teve queda de 0,02% no mês. Vale ressaltar que em igual mês do ano anterior, o INPC ficou em 0,08%. "A inflação acumulada no ano é a mais baixa em 19 anos". O desempenho mostra o esgotamento do processo de desinflação, uma vez que, no mesmo mês do ano passado, a alta havia sido de 0,08%. No Rio de Janeiro, a retração de 4,74% no ônibus urbano e da baixa de 1,81% nas contas de energia elétrica contribuíram para a queda.

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