CPI aprova condução coercitiva de curador da Queermuseu e artista do MAM

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A mulher que teria autorizado a filha a se aproximar do artista durante a performance compareceu a uma reunião reservada da CPI, mas preferiu não se pronunciar.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus Tratos no Senado aprovou, na noite desta quarta-feira (8), a condução coercitiva do artista Wagner Schwartz, responsável pela performance na exibição "La Bête".

O presidente da comissão, senador Magno Malta (PR-ES), afirmou que as audiências contribuíram para a formulação de proposições legislativas que visam proteger crianças e adolescentes, além da elaboração de políticas públicas. O colegiado ouviu na capital paulista juízes, promotores, procuradores e gestores de redes protetivas, além de mães de crianças que sofreram maus-tratos.

Schwartz foi o artista que fez, nu, uma performance interativa no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em setembro, quando, na ocasião, uma criança, que estava ao lado da mãe, tocou em sua perna e em sua mão. Neste caso a polêmica ocorreu porque uma criança, acompanhada pela mãe, tocou seu corpo.

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