Ministro do Trabalho diz que reforma trabalhista consolida direitos

Ajustar Comente Impressão

"E apenas o crescimento econômico pode gerar empregos, o maior de todos os direitos do trabalhador", completou.

"Irá consolidar direitos, pois direito não se revoga, apenas se aprimora". Promover a segurança jurídica, pois apenas ela traz crescimento econômico duradouro. Os sindicalistas alertam que a lei tem artigos que tiram direitos dos trabalhadores, com questões como o trabalho intermitente e o fim da homologação das demissões pelos sindicatos.

Autor da portaria que autorizava a volta do trabalho escravo no Brasil, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que o "Brasil que trabalha comemora entrada em vigor da reforma trabalhista". "Neste ano, mais de 1 milhão de pessoas passaram a ter ocupação com renda". Foram criados mais de 208 mil postos de trabalho com carteira assinada. O tempo de retomada do crescimento e de melhores oportunidades para todos - afirmou sobre a recessão do país.

"A melhor síntese da reforma trabalhista foi dada pelo presidente Michel Temer, quando afirmou: nenhum direito a menos, muitos empregos a mais", disse.

Era esperada para esta sexta-feira (10) a edição de uma Medida Provisória (MP) por Michel Temer alterando pontos polêmicos da reforma.

Na próxima semana o governo deverá apresentar uma proposta de complementação da reforma aprovada, pois foram aprovados alguns pontos que os senadores queriam derrubar. O foco do discurso foi a reforma trabalhista, que entra em vigor neste sábado. É o que avalia o ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira. Isso porque, como a nova lei privilegia o que for acordado entre os trabalhadores e os patrões, em acordos ou convenções coletivas, o sindicato terá papel importante nessa negociação.

Além do atraso do ajuste, também não há mais uma definição de como essa mudança será feita, se por MP ou via Projeto de Lei.

Comentários