Novo diretor-geral da PF vai mudar chefia da Lava Jato

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Mineiro de Belo Horizonte e policial federal de carreira, Eugênio Ricas será o novo diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (PF) e comandará todas as operações do país, entre elas a Lava-Jato.

Ricas já teve passagem por Mato Grosso, onde foi delegado da PF, no período de 2002 a 2003, com forte atuação no Grupo de Combate ao Crime Organizado.

Além de investigações criminais contra a ordem econômica e o sistema financeiro nacional, Ricas responderá também pela apuração de crimes contra o meio ambiente, patrimônio histórico, direitos humanos, comunidades indígenas e contra a ordem política e social.

"Será a mais desafiadora missão da minha vida", disse Ricas durante entrevista à imprensa, hoje (13), em Vitória.

Segóvia e Ricas tiveram uma experiência profissional entre 2009 e 2011, quando Segóvia era superintendente da Polícia Federal no Maranhão e Ricas foi seu braço-direito. Segóvia chegou a Vitória, no Espírito Santo, nesta segunda-feira e participará de um almoço com o governador Paulo Hartung (PMDB) e com o próprio Ricas, no qual irá formalizar o convite. "É um novo momento da administração da Polícia Federal e sei da grandiosidade do trabalho que vai ter que ser feito", disse.

"O diretor-geral tem optado por pessoas que já ocuparam cargos públicos fora da PF, em diferentes governos, caso, por exemplo, do delegado federal e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal [2011/2014], Sandro Avelar, cotado para a secretaria-executiva da corporação, segundo cargo mais importante da corporação", afirmou Boudens à Agência Brasil.

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