José Maria Marin acusa Marco Polo Del Nero

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A defesa do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, usou como um dos argumentos para tirar dele a responsabilidade no esquema de recebimento de propina no futebol sul-americano o fato de Marco Polo Del Nero ser o poderoso na gestão da entidade.

Tanto Marin quanto Del Nero são acusados de receberem propinas em prol de empresas de marketing.

Os advogados de Burga e de Napout também fizeram explanações nas quais reafirmaram a inocência de seus clientes, além de terem deferido e críticas aos delatores que serão chamados para depor.

Além disso, Stillman relembra que Marin virou presidente da CBF por ser o vice mais velho após a renúncia de Ricardo Teixeira, que ocupou o cargo até 2012.

Além do cartola brasileiro, também serão julgados o peruano Manuel Burga, ex-presidente da Federação Peruana de Futebol, e o paraguaio Juan Ángel Napout, ex-presidente da Conmebol e da Associação Paraguaia de Futebol, todos envolvidos no escândalo que abalou a imagem da Fifa em 2015. Quero apenas defender José Maria Marin.

Em suas primeiras declarações direcionadas aos jurados do caso, Stillman afirmou que Marin era como uma criança que, num jogo de futebol, só atua para completar o time, sem participar ativamente da partida.

Começou nesta segunda-feira, no Tribunal Federal do Brooklyn, em Nova York, o julgamento de José Maria Marin, ex-presidente da CBF, acusado de corrupção em contratos referentes à Copa do Brasil, Libertadores e Copa América.

Marin aguarda uma definição de seu destino há mais de dois anos em seu apartamento na Trump Tower, o arranha-céus da Quinta Avenida e 57 que também abriga o triplex do presidente americano Donald Trump e a sede de seu grupo imobiliário Trump Organization.

Os acusados insistem que são inocentes das acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude bancária.

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