Ministério Público investiga dirigente do FC Porto que ameaçou árbitro

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O árbitro que ajuizou o encontro entre axadrezados e azuis e brancos não refere qualquer ameaça de Luís Gonçalves à equipa de arbitragem, no relatório de jogo divulgado pela Federação.

Nélia Teixeira Alves, procuradora-geral da Comarca de Braga, terá enviado uma carta à Federação Portuguesa de Futebol a pedir alguns documentos relacionados com o Sp. Braga-FC Porto da última temporada, que se realizou a 15 de abril, explicando que o dirigente azul e branco está a ser investigado e que tal informação era "imprescindível".

Recorde-se que, nessa partida disputada no Minho, Luís Gonçalves foi expulso após o apito final por protestos, tendo mesmo dito a Tiago Antunes, como consta no relatório de jogo, que teria "uma carreira curta". "Nós sabíamos o que vinhas tu para aqui fazer, nós vamos conversar mais tarde, a tua carreira vai ser curta", avisou o dirigente portista.

Este árbitro fez queixa às autoridades devido a estas e outras ameaças, no telemóvel e redes sociais, que recebeu nos dia que se seguiram a este jogo.

O Benfica acusou esta segunda-feira Luís Gonçalves de pressionar a equipa de arbitragem liderada por Hugo Miguel ao intervalo do Boavista-FC Porto da 10ª jornada da I Liga. "O clima de coacção tem de acabar", lê-se na conta fechada, mas a que o Record teve acesso.

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