Liga da Justiça: Review

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Liga da Justiça registra a atuação mais convincente de Ben Affleck como Batman.

Sem Superman, cabe a Mulher-Maravilha ser o farol de esperança para a humanidade. Flash com o bom humor de Ezra Miller? Superman morto, mas com chance de ressuscitar?

Terrio ganhou um Oscar de roteiro por "Argo", vitorioso projeto de Ben Affleck.

Ele é creditado apenas como roteirista, mas dirigiu as muitas cenas adicionais gravadas para "Liga da Justiça" depois que o diretor Zack Snyder se afastou da produção em maio, abalado pelo suicídio da filha de 20 anos.

Ele comparou o filme dos heróis com um "delicioso sanduiche" e usou os ingredientes para comentar o filme.

Os pais de Bruce Wayne já foram mortos num beco em vários filmes do Batman. O Homem-Aranha já foi picado por um aracnídeo radioativo em filmes com três atores diferentes. Sem essa peça-chave, a 'Liga da Justiça' realmente não funciona. Essa será a primeira vez que veremos o Superman de verdade. Mas, quando a ação começa, exibe combates espetaculares.

No balanço final, tudo funciona. E este fenômeno desperta a ira dos Parademônios (criaturas "insectoides" que andam em enxames) e seu líder, Lobo da Estepe (Ciarán Hinds, de Game of Thrones), um antigo ser que almeja juntar os 3 itens de poder conhecidos como Caixas Maternas - espalhados pelo globo - para destruir o planeta como o conhecemos. O Aquaman cabeludão deixa qualquer um com vontade de ver seu filme solo, em 2018. Na sessão para a imprensa, ninguém se mexeu até que a tela enfim voltasse a ficar branca, talvez na esperança de que, sei lá, surgisse uma terceira e redentora cena pós-crédito depois de correrem os nomes das centenas de técnicos de efeitos visuais, os verdadeiros heróis deste filme. E uma fala da Mulher-Maravilha dá a entender que outros heróis vão reforçar o grupo.

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