Tarifa branca para energia elétrica começa a valer em 2018, entenda

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A partir do dia 1º de janeiro de 2018, começa a valer a chamada "Tarifa Branca" - nova modalidade de tarifa para pagamento de energia elétrica que vai baratear a conta para quem consumir energia fora dos horários de pico. Fora destas faixas, a energia terá um preço menor. Nos feriados nacionais e finais de semana a tarifa também será mais barata do que a convencional.

É também importante ressaltar que a Abradee ainda não esclareceu quanto mais cara será a tarifa de ponta com relação a normal, nem quanto será a redução na tarifa branca.

A partir do ano que vem, o consumidor poderá escolher duas maneiras de cobrança da tarifa da conta de luz: o modelo atual e um novo, anunciado nesta semana. Segundo a Associação Brasileira de Distribuidora de Energia Elétrica (Abradee), quem deseja aderir ao programa deve estar atento. Se eles se concentrarem, por exemplo, durante a manhã e o início da tarde, a melhor saída é a adoção da nova tarifa, mas se essas atividades forem feitas, em sua maioria, durante a noite, a mudança pode não ser uma boa ideia.

De acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a primeira fase de implementação da tarifa branca estará disponível para cerca de quatro milhões de unidades consumidoras, que representam 5% dos consumidores atendidos pelas distribuidoras no país.

Os consumidores que consomem mais de 500 kWh por mês serão os primeiros a poderem migrar para a taria branca; já os que consomem acima de 250 kWh, a opção será disponibilizada a partir de 2019; abaixo dessa faixa, será possível aderir à esse modelo somente a partir de 2020. A medida não é válida para quem é incluído na tarifa social de energia. O executivo não deu uma estimativa sobre quanto o consumidor pode economizar com a migração.

Antes de decidir o que fazer, é preciso analisar e encontrar os horários em que sua casa mais consome energia, com tarefas como lavar e passar roupas, tomar banho, utilizar secadores de cabelo e outro tipo de eletrônicos. "Cada consumidor deve fazer seus cálculos para verificar se vale a pena ou não aderir", disse Leite.

"Tem que ter cuidado ao escolher a tarifa branca".

A distribuidora fica responsável pelos custos de aquisição e instalação dos equipamentos de medição, mas o consumidor vai pagar os custos de eventuais alterações no padrão de entrada de sua unidade consumidora.

Caso queira voltar atrás, o consumidor poderá solicitar o retorno à tarifa convencional a qualquer momento.

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