Sobe para três o número de mortes por febre amarela em SP

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No sábado, quando duas mortes já haviam sido confirmadas, o secretário de Saúde, David Uip, disse ao SP2 da TV Globo que a vacina será fracionada - com imunização por até nove anos - enquanto a vacina de dose única, adotada no Brasil conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), será reservada às áreas consideradas de risco.

Desde outubro, 26 parques municipais e estaduais foram fechados nas zonas norte, sul e oeste da capital e na Grande São Paulo. Como houve piora em seu estado de saúde, ele foi transferido para a unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital particular, mas não resistiu à enfermidade e morreu no dia 25.

De 2017 até agora, foram confirmados 27 casos de febre amarela silvestre em humanos. Seriam 18 moradores da cidade, um de Santo André, no ABC, e um da capital.

De acordo com a prefeitura de Guarulhos, a confirmação de que se tratava mesmo de febre amarela foi transmitida à família, no último dia 5 de janeiro.

Subiu para três o número de mortes por febre amarela na Grande São Paulo. Os casos tiveram origem em Mairiporã. Dos 20 casos suspeitos, nove pessoas morreram.

Por meio de nota, a pasta informou que a decisão de estender a vacinação para todo o Estado segue critérios "epidemiológicos, com a priorização de áreas com corredores ecológicos".

Não podem tomar: grávidas e mulheres que estão amamentando crianças menores de seis meses; doentes com câncer que fazem quimioterapia ou radioterapia; pessoas com alergia a ovos ou derivados; portadores de HIV ou qualquer doença que atinja o sistema imunológico; pessoas transplantadas.

Entre julho de 2016 e dezembro de 2017, foram registrados 595 casos de animais infectados (macacos, bugios e outros), dos quais mais da metade (63%) concentrados na região de Campinas.

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