Desorientação do piloto é principal hipótese da PF para morte de Teori

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Segovia vai compartilhar detalhes da apuração com a ministra.

A morte do ministro do STF, então relator da Lava Jato, despertou uma série de teorias sobre sabotagem, mas, como dissemos na Retrospectiva em vídeo de 2017, nenhuma delas foi comprovada em investigação oficial.

O encontro entre o diretor-geral da #Polícia Federal e a presidente do Supremo Tribunal Federal está agendado às 10h30 horas da manhã da próxima quarta-feira (10).

A investigação da Polícia Federal sobre as causas da queda do avião que matou Teori Zavascki e outras quatro pessoas há quase um ano descartou a hipótese de sabotagem na aeronave, informa a Folha. A tragédia ocorreu há cerca de um ano atrás, em janeiro do ano passado.

Também não foi possível encontrar nenhum vestígio de explosivos ou produtos químicos que pudessem causar incêndio dentro do avião.

"Na PF, mais de 15 peritos de Santa Catarina, Rio, São Paulo e Brasília analisaram aspectos ligados ao voo e ao avião".

Os investigadores cada vez mais se aproximam da mesma hipótese com a qual já trabalha o Centro de Investigação e Prevenção da Aeronáutica (Cenipa), que faz um trabalho paralelo mas com outra finalidade. Além de periciar os destroços da aeronave e as gravações das conversas entre o piloto e torre de controle, o inquérito realizou exames nos corpos do piloto, do ministro e das outras vítimas para descartar qualquer tipo de anormalidade que possa ter gerado o acidente.

Além do ministro e do piloto, também morreram na queda o dono do avião e empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69, a massoterapeuta Maíra Panas, 23, e sua mãe, Maria Hilda Panas Helatczuk, 55.

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