Volume de serviços prestados cresce 2,2% em novembro no Ceará

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O volume de serviços prestados no País teve um avanço de 1,0% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou nesta sexta-feira (12), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 3,2%, enquanto o volume acumulado em 12 meses registrou perda de 3,4%.

Também houve avanço na atividade de serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (+0,6%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+0,2%).

"As atividades de Informação e comunicação e de Transportes puxam essa alta nos serviços".

A inflação e os juros baixos vêm ajudando a economia brasileira a se recuperar de forma gradual após dois anos de recessão ao estimular o consumo, embora o mercado de trabalho esteja com recuperação lenta. A queda de 3,4% nos 12 meses encerrados em novembro do ano passado, é o desempenho menos negativo desde novembro de 2015, quando a perda estava em 3,1%. "Então a gente espera que o setor privado e o industrial alavanquem o setor de serviços", apontou ele. "Os serviços prestados às famílias cresceram também, mas têm um peso pequeno na pesquisa", disse Roberto Saldanha, analista da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

Nos outros tipos de comparação temporal, os serviços tiveram quedas de 0,7% na comparação com novembro de 2016, de 3,2% no acumulado do ano e de 3,4% no acumulado de 12 meses.

Nacional – No Brasil, o setor cresceu 1,0% em relação a outubro na série com ajuste sazonal após recuos de 0,8% em outubro e de 0,1% em setembro.

Serviços prestados às famílias (0,9%) Serviços de informação e comunicação (0,9%) Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,6%) Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,2%) Agregado especial das atividades turísticas (0,9%). Já no período imediatamente anterior, o IBGE havia contabilizado redução de 1,20% e entre setembro e outubro, a retração nas receitas foi de 2,30%. Segundo Roberto Saldanha, como os governos federal, estaduais e municipais enfrentam uma crise fiscal, houve corte de gastos e menos contratações de serviços para o setor público.

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