C&A pode ser vendida para chineses, diz revista alemã

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Investidores chineses estão prontos para comprar a multinacional de roupas C&A, segundo informações divulgadas pela revista alemã Der Spiegel. Por outro lado, tem visto lojas concorrentes, como a H&M e Primark, crescerem no mercado, assim como outras franquias que estão mais focadas em vendas pela internet.

A C&A foi fundada em 1841 na cidade holandesa de Sneek. Com faturamento global de ¤ 2,6 bilhões em 2017, a C&A, um dos maiores grupos de moda do mundo, vem sofrendo forte concorrência das lojas online.

"Estamos comprometidos com um negócio bem-sucedido e promissor da C&A e, como tal, embarcamos em um programa de transformação e crescimento". Os donos da marca estão entre as famílias mais ricas da Europa.

A própria C&A declinou de se posicionar sobre a notícia, e a Cofra Holding, que administra as participações da família de proprietários vastamente ramificada, respondeu de forma evasiva ao questionamento da Spiegel: "A constante reestruturação da C&A implica também a exploração de caminhos diversos, para também ganhar impulso em mercados emergentes como a China e a arena digital, e pode potencialmente incluir parcerias e outros tipos de investimentos adicionais externas".

De acordo com a C&A, a emprega cerca de 60.000 funcionários e mantém cerca de 2.000 filiais na Europa, China, Brasil e México. Em 2014, a empresa foi condenada a multa de 100 mil reais por irregularidades trabalhistas em Goiás.

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