Três pessoas morrem e suspeita é de febre amarela em Belo Horizonte

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No Estado de Minas Gerais já são 13 mortes pela doença. Uma única dose é suficiente para garantir proteção para a toda a vida.

Segundo a nota, foram feitas vistorias detalhadas para retirada de focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença em 520 imóveis próximo a residência do morador de Belo Horizonte que faleceu por febre amarela, foram dadas também informações a moradores da região sobre a necessidade de imunização e aplicação de inseticida contra o veto.

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. A transmissão, segundo a secretaria não ocorreu em Belo Horizonte.

De acordo com a SMSA, depois de receber a notificação da morte do morador do Barreiro, algumas medidas foram colocadas em práticas. Para facilitar o acesso da população, todos os centros de saúde vão abrir no próximo sábado (20), das 8h às 17h. Já a Prefeitura reforçou que os 152 centros de saúde da cidade estão abastecidos com a vacina. Já são 12 pessoas confirmadas com a doença do tipo silvestre no estado no período 2017/2018 (que teve início em julho). Ainda estão sendo investigados 34 casos suspeitos, sendo oito óbitos. Ele estava internado no Hospital Eduardo de Menezes, em BH. Esta última cidade é a que registrou o maior número de óbitos no estado - quatro. As últimas duas mortes se referem a pacientes de Goianá, na Zona da Mata, e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Cinco casos de pacientes internados em hospitais com sintomas e dois óbitos ainda estão sendo investigados.

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