Portugal propõe três novos impostos europeus

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Portugal defende ainda um reforço das contribuições de cada estado membro para o orçamento comunitário. Ou seja, caso esta posição vingue, o contributo de cada país passaria de 1% para 1,2%.

Além da saída da fatia orçamental do Reino Unido, há outras razões que levam Bruxelas a reforçar o bolo orçamental, como por exemplo a necessidade de investir mais na segurança e defesa e a obrigação de negociar o quadro de fundos europeus pós-2020.

Na sexta-feira, Costa já revelara que Portugal está disponível para aumentar a contribuição nacional para o orçamento comunitário e defendeu que a União Europeia deve procurar mais "recursos próprios" para responder às necessidades dos europeus.

Esta iniciativa do Governo português já foi já transmitida à Comissão Europeia pelo primeiro-ministro e será formalmente institucionalizada na reunião informal do Conselho Europeu que está agendada para o dia 23 de fevereiro.

Daí a aposta na defesa de taxações como a digital (lembrando que há estados que já conseguiram acordos fiscais com empresas tecnológicas e que um imposto europeu dá mais força à negociação e diminui o efeito da desigualdade estado a estado), a verde (sendo que os impostos sobre atividades económicas poluentes está na ordem do dia a nível internacional) ou sobre transações financeiras internacionais.

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