Trump revelará plano para infraestruturas de 1,5 trilhão de dólares,

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O presidente dos Estados Unidos Donald Trump divulgará nesta 2ª feira (12.fev.2018) plano de infraestrutura de US$ 1,5 trilhão. Esta proposta de orçamento de 4,4 biliões de dólares (cerca de 3,5 biliões de euros), que é visto pelo Congresso como uma mera sugestão, irá provavelmente ser criticado pelos conservadores que se preocupam com o facto de os republicanos estarem a adotar gastos deficitários.

Orçamentos presidenciais são frequentemente ignorados pelo Congresso dos EUA, que controla os gastos federais.

Outros dois pontos são financiamento de 85,5 mil milhões de dólares para saúde de veteranos e 13 mil milhões de dólares para combater o uso de opiáceos nos próximos dois anos.

O orçamento de 2019 solicita US$ 1,6 bilhão, de um total previsto de US$ 18 bilhões, para cumprir uma das promessas de campanha de Trump: o muro na fronteira com o México.

Segundo responsáveis da Casa Branca citados pela France Press, o orçamento do plano de investimentos, que será tornado público hoje, destina 200 mil milhões de dólares de fundos federais para a construção e requalificação de estradas, pontes e outras obras públicas como aeroportos e caminhos-de-ferro, que se encontram na sua maioria em muito mau estado de conservação. Do total de 202 páginas, 53 abordam o aguardado plano de infraestrutura do governo.

O governo de Trump assegura que pretende reduzir gradualmente o défice a partir de 2020, com o objetivo de o situar em 363 mil milhões de dólares em 2028, o que representaria então, pelos cálculos agora feitos, o equivalente a 1,1% do PIB.

Mas este objetivo geral tem de se traduzir em propostas concretas de despesa, com a Casa Branca confiada em que vai convencer os congressistas a investirem nas suas prioridades e cortar em programas como os das ajudas sociais.

Durante a presidência de George W. Bush, a NASA começou a entregar a privados determinadas operações, como voos de abastecimento (que são agora responsabilidade de empresas como a SpaceX e a Orbital ATK), uma tendência que se acentuou durante a administração de Barack Obama.

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