"Minha alegria não cabe no peito", afirma Leci — Tatuapé bicampeã

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A bicampeã Acadêmicos do Tatuapé não recebeu patrocínio e apostou no reaproveitamento de penas, pedras e outros materiais para poupar cerca de R$ 800 mil este ano. Ao fim da apuração, a escola da Zona Leste da capital paulista ainda tinha a companhia de Mocidade Alegre, Mancha Verde e Tom Maior, que também chegaram aos 270 pontos possíveis, mas ficaram para trás por conta dos critérios de desempate que alcançavam até mesmo as notas descartadas.

Um total de 36 jurados julgaram sete quesitos, incluindo Comissão de Frente, Samba-Enredo, Harmonia, Evolução, Bateria, Mestre Sala e Porta-bandeira e Fantasia. Outras duas escolas anteriores tiveram carros com essa temática: a Independente Tricolor e a Tucuruvi.

A ordem para o critério de desempate vale do último quesito para o penúltimo, e assim por diante. Na busca pelo bicampeonato, e com um enredo sobre o estado Maranhão, a escola desfilou no Grupo Especial de São Paulo, na madrugada de sábado (10).

A grande campeã do carnaval de São Paulo foi conhecida nesta terça-feira (13). Este ano foi tão disputado que só na última nota, dada pelo último jurado é que a Acadêmicos do Tatuapé pôde finalmente comemorar a conquista. Roberta Miranda foi destaque em um carro.

A surpresa ficou por conta do vice-campeonato da Mocidade Alegre, que homenageou a cantora (e também maranhense) Alcione.

Dragões da Real A Dragões levou a música caipira ao carnaval. Tudo na escola estava impecável e tema foi muito bem explorando, passando pelas tradições religiosas do Maranhão, as festas mais tradicionais do estado e claro, não faltou sua bela história e o período de colonização, inclusive quando os franceses estiveram por lá.

Teve escolas também que decidiram pela homenagem a lugares, como o México, lembrado pela Vila Maria; Guarulhos, pela Gaviões. Apesar disso, ela não teve pontuações por uma decisão tomada pela Liga das Escolas de Samba após o acidente.

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