Reino Unido na Síria? Ministros deverão decidir esta quinta-feira

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A primeira-ministra britânica, Theresa May, determinou que submarinos se aproximem da Síria a uma distância de mísseis em preparação aos ataques contra o Exército sírio que poderiam começar até a noite desta quinta-feira, disse o jornal Daily Telegraph.

O gabinete de Theresa May informou, em comunicado, que o gabinete de crise julgou "altamente provável" que o Governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, esteja por trás do ataque que ocorreu do Douma e concordaram "com a necessidade de tomar medidas para aliviar o sofrimento humanitário e impedir o uso adicional de armas químicas pelo regime de Assad".

A notícia está a ser avançada pela Sky News. Após o "gabinete de guerra" aprovar, a acção militar poderá acontecer "poucas horas depois", apurou a Sky News.

A Síria nega qualquer utilização de armas químicas, assim como a Rússia, principal aliado do regime sírio, que afirmou que eventuais ataques ocidentais teriam "graves consequências".

Segundo a agência Associated Press, Moscovo vai enviar militares para a cidade de Douma.

O escalar de tensões no Médio Oriente manteve hoje os mercados em clima de nervosismo, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter avisado a Rússia que lançará mísseis contra a Síria e que Moscovo não deve interceptá-los.

Citando informações fornecidas por organizações de saúde locais em Douma, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou na quarta-feira que "cerca de 500 pessoas procuraram centros de atendimento exibindo sintomas de exposição a elementos químicos e tóxicos".

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