Campanha de vacinação contra a febre aftosa começa em maio

Ajustar Comente Impressão

Tem início no dia 1º de maio mais uma etapa de vacinação contra febre aftosa na maioria dos estados brasileiros e o Distrito Federal. No mesmo dia, foram homenageadas personalidades das iniciativas privadas e pública que prestaram trabalhos relevantes ao segmento para a conquista do selo. "O Brasil está livre da febre aftosa, mas continua sendo obrigatório vacinar os bovinos e búfalos conforme o calendário de vacinação oficial de cada estado", reafirma Eliana Costa.

A campanha de vacinação contra a febre aftosa começa apenas no mês de maio, mas a partir de desta quarta-feira, 11, os produtores rurais que levarão seus bovídeos (bovinos e bubalinos) para participar de eventos pecuários poderão vacinar os animais contra a doença.

"Quero parabenizar todo o segmento envolvido na realização da entrega do selo: a Acrimat; Sindifrigo, Famato, Governo de Mato Grosso, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento", parabenizou Nininho.

A aplicação da vacina que deve continuar na região da tábua do pescoço, debaixo do couro do animal. Dia 24 de maio o presidente Michel Temer e o Ministro Blairo Maggi irão a Paris receber da OIE - Organização Mundial de Saúde Animal, o certificado de país livre da aftosa com vacinação.

O Ministério da Agricultura (Mapa) emitiu alerta às Superintendências Federais de Agricultura do Amazonas e de Roraima, com o objetivo de reforçar a fiscalização e vigilância da febre aftosa na região de fronteira internacional. "É preciso manter as barreiras do Mapa nas áreas fronteiriças, como a de Tabatinga, que faz divisa com a Colômbia, e em Pacaraima (RR), na fronteira com a Venezuela". Ao todo são em torno de 662 mil cabeças de gado entre bovinos e bubalinos. Em seguida Apuí com 138.873 (bovinos) e 166 (bubalinos) totalizando 139.0393 cabeças de gado e em terceiro Manicoré com 108.520 (bovinos) e 163 (bubalinos), num total de 103.880 cabeças de gado. "Precisamos ter muita atenção e agir com responsabilidade", garantiu ele. "Todos os técnicos tem vontade, o que precisamos é que todos os Estados e o Governo Federal façam os repasses necessários para garantir o avanço e a sustentabilidade desse programa", afirmou.

Segundo os dados do mercado bovino, 18% dos 140 países importadores de carne bovina, exigem esse status na hora de comprar.

Comentários