Emmanuel Macron confirma ataque à Síria

Ajustar Comente Impressão

A comunidade internacional, disse Theresa May não podia ficar indiferente ao ataque com armas químicas por parte do governo sírio contra o seu próprio povo.

Le Drian considerou também que a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Rússia "não está posta em causa" por estes ataques.

Macron sublinha que o ataque "está circunscrito às operações do regime sírio que permitem a produção e utilização de armas químicas".

A operação militar de Estados Unidos, França e Reino Unido foi "legítima, proporcional e objetiva", declarou neste sábado o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian.

Ressalta-se que é necessário começar em comum no Conselho de Segurança da ONU com a finalidade de proteger a população civil e para a Síria obter a paz ao final, é expresso da seguinte forma: "O Conselho de Segurança da ONU deve tomar a iniciativa sobre questões políticas, químicas e humanitárias na Síria ".

Ainda assim, a França possui um "corpo de evidências", segundo o relatório, que mostra "além de qualquer dúvida, um ataque químico contra civis em Douma em 7 de abril de 2018; e que não há cenário plausível além daquele de um ataque das forças armadas sírias como parte de uma ofensiva mais ampla no enclave de Ghouta Oriental".

A oposição síria e vários países acusam o regime de Al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que o ataque foi encenado com a ajuda de serviços especiais estrangeiros.

Comentários