Mulher morre após fazer lipoaspiração e mamoplastia em Cuiabá

Ajustar Comente Impressão

O caso também está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que abriu inquérito depois de denúncia da família.

O Hospital Militar de Cuiabá informou que apenas alugou o centro cirúrgico da unidade para que uma equipe médica de fora realizasse os procedimentos cirúrgicos, mas que mesmo assim prestou assistência médica à paciente.

Daniele, que era formada em gastronomia e estética, teve conhecimento do médico por meio de um grupo no Facebook, o qual a proposta é oferecer cirurgias plásticas com preços abaixo do mercado.

Daniele passou por cirurgias de lipoescultura e mamoplastia, na sexta-feira, pelo custo de R$ 6 mil.

O amigo de Daniele avalia que houve demora no socorro à paciente.

O site tentou contato com a clínica responsável pela cirurgia, que disse que vai ser manifestar sobre o caso somente após o laudo apontar as causas da morte. Ela reclamou de dores e formigamentos nas pernas, ficou sonolenta e teve parada cardíaca. Mas, o local não possui ala de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a jovem foi transferida para outra unidade hospitalar. Edléia deixa uma filha de 4 anos. "Queremos alertar outras pessoas para o risco de cirurgias dessa forma. Ela era muito feliz, cheia de vida", declarou a amiga.

Segundo a Polícia Civil, após a cirurgia de mamoplastia redutora e lipoaspiração, familiares verificaram sangramentos nas costas da paciente e que os dedos dela estavam muito brancos. Após pedirem socorro, foram realizados diversos procedimentos de emergência por enfermeiros como uso de desfibrilador, bomba manual de oxigênio e adrenalina, e que o médico apareceu após uma hora da ocorrência de urgência.

No Boletim de Ocorrências, a família informou que a paciente foi encaminhada para outra unidade médica, após pagamento de cheque calção no valor de R$ 17,5 mil. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

Comentários