STF abre licitação para proteger Fachin — Mais notícias nacionais

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O Supremo Tribunal Federal (STF) cortou pela metade, nos últimos dois anos, a quantidade de seguranças pessoais à disposição dos ministros em São Paulo e no Rio, estados nos quais pelo menos quatro integrantes da Corte têm residência. Atualmente, são oito e quatro vigilantes, respectivamente.

No final de março, Fachin revelou que sua família sofreu ameaças e pediu aumento na equipe de segurança.

O contrato da empresa que faz a segurança de Fachin vence no fim de junho.

A corte prevê um gasto de R$ 1,6 milhão em 30 meses. Eles se revezam em turnos ao longo do dia: dois pela manhã, dois à tarde e três à noite. "Todas as suas perguntas estão relacionadas com questões estratégicas de segurança, portanto, é assunto reservado e não pode ser divulgado", assinalou a assessoria do órgão.

AmeaçasEm março, Fachin declarou ter recebido ameaças, assim como seus familiares, embora não tenha detalhado as circunstâncias, nem dito se estão relacionadas a algum caso da Lava Jato. O magistrado lida com os mais complexos casos de corrupção e crimes relacionados e tem a responsabilidade de conduzir a relatoria da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

Um dos principais motivos que levam à preocupação do ministro supracitado do Supremo, seria a segurança de sua esposa, a desembargadora Rosana Amara Girardi Fachin, que segundo ele, não estaria usufruindo de segurança institucional.

A Polícia Federal vem contribuindo de modo exponencial, em se tratando das investigações realizadas a partir da abertura de inquérito, além da garantia de integridade de pessoas que estão em postos públicos elevados.

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